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R$6.000.000,00 (seis milhões de reais)
Nossa orla e nosso dinheiro
“Em Mucuri, tudo acontece intencional e propositalmente para não dar certo nunca”.

Enquanto em Conceição da Barra, município capixaba vizinho ao município de Pedro Canário, portanto, nosso vizinho também, receberá recursos da ordem de R$48.000.000,00 (quarenta e oito milhões de reais) para tentar solucionar os problemas da erosão marinha em sua orla, aqui na Bahia, os políticos de plantão, numa tentativa desesperada de conseguir votos nas próximas eleições, acham que enganam o povo de Mucuri, profetizando que os R$6.000.000,00 (seis milhões de reais) vão resolver os problemas da nossa praia. Puro engano.

Comparando os míseros recursos doados a fundo perdido para Mucuri (bota fundo perdido nisso!!!), em relação aos R$48.000.000,00 (quarenta e oito milhões) que serão investidos em Conceição da Barra, ficamos intrigados e somos levados a pensar o seguinte: ou o povo de Mucuri é muito otário, ou os políticos daqui se acham superinteligentes, a ponto de querer nos enganar com essa historia de resolver os problemas de nossa orla com seis milhões de reais.

Felizmente - e coincidentemente -, os meios de comunicação da Bahia e do Espírito Santo, em razão da nossa localização fronteiriça, nos contemplam. Somos diariamente metralhados com informações sobre todos os assuntos de grande interesse regional, sejam eles sobre política, economia, ciência, agricultura, pecuária, indústria etc.

O valor do megainvestimento em Conceição da Barra foi noticiado no jornal “A Tribuna”, edição de domingo, dia 20-12-2009, página 18. A reportagem mostra também que não basta investir uma montanha de dinheiro, é necessário um estudo detalhado sobre os problemas, causa e efeito, a fim de que os engenheiros especializados possam determinar o tipo de obra que será executado.

Foram 15 anos de pesquisa - de 1991 até 2006. O projeto foi desenvolvido com base em estatísticas anuais de transformação e variação das ondas, correntes marítimas, marés e ventos, além dos tipos de sedimentos. Os pesquisadores levaram ainda em conta a ocupação e utilização irregular do solo e da água pelo pior e principal elemento da face da terra, aquele que contribui diretamente com o extermínio da natureza: o homem.

Aqui, pelo menos até o momento, não se tem noticias tampouco registros acerca de estudos científicos realizados que possam comprovar e justificar, ou, até mesmo garantir que os nossos “Gênios da Engenharia” estão fazendo a coisa certa.

Como podem perceber, comparando o nosso com o deles, não se resolve um problema de tamanha gravidade da noite para o dia. Além de necessitar de altos investimentos financeiros é indispensável muito estudo e pesquisa para uma avaliação técnica e cientifica sobre o caso. Dinheiro é apenas parte da solução do problema.

Em Mucuri, tudo acontece intencional e propositalmente para não dar certo nunca. Nossos magos da engenharia e da administração pública inventaram a moda deles, um jeito bastante prático e caríssimo para resolver os problemas da orla de Mucuri. É só contratar uma centena de caminhões com pedras e lançá-las ao mar, simulando a realização de uma megaobra de engenharia.

Infelizmente, o povo de Mucuri está mais do que calejado com estes lances, principalmente, quando a “coisa” é realizada pela administração pública. Vacinados, finge acreditar que o problema será resolvido facilmente. Anos atrás, fizeram a mesma coisa e deu no que deu... Podem crer, todos sabem muito bem do que eu estou falando. Não vai demorar muito e o resultado será devastador e bastante decepcionante, ou seja, mais uma vez o nosso dinheiro vai virar um monte de areia e destruição nas primeiras ressacas de Iemanjá, a rainha do mar. Resumindo, nem orla, nem dinheiro. Amém!
Em tempo: os estudos dos fenômenos marítimos na orla de Conceição da Barra foram realizados pelos seguintes órgãos: 

INPH = Instituto Nacional de Pesquisas Hidroviárias
DER-ES = Departamento de Estradas de Rodagens do Espírito Santo

João Paulo Oliveira Lima

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Achado o “Ponto G” dos 
vereadores de Mucuri
R$4.500.000,00
(QUATRO MILHÕES E QUINHENTOS MIL REAIS)


No calendário da Câmara todo mês é mês de dezembro.
Os nove vereadores de Mucuri não podem reclamar de nada. Após um ano de trabalho “intenso” quase “escravo”, nossos heróis, pobres coitados e humildes constituintes, merecidamente, acabam de comemorar, pela décima segunda vez consecutiva, o Natal fabuloso do ano de 2009. No calendário da Câmara todo mês é mês de dezembro.

          Ao encerrar 2009, eles acumularam receitas 100% repassadas pela prefeitura de Mucuri, portanto, nosso dinheiro, totalizando R$4.500.000,00 (quatro milhões e quinhentos mil reais).É bom ressaltar que, com “gastos” (despesas), eles também acumularam um desperdício astronômico de dinheiro que, coincidentemente, é idêntico ao valor arrecadado.

        Com movimentos e posicionamentos desarticulados, totalmente alheios e sem propósitos com a realidade do povo de Mucuri, os vereadores se armaram e com “a faca entre os dentes” atacaram “ferozmente” a empresa Suzano Papel e Celulose S/A, atribuindo-lhe de forma estouvada toda a culpa pela degradação da natureza (meio ambiente) em nossa região.

          A Câmara Municipal de Mucuri é a única que trata a questão ambiental em nossa microrregião, como se este fosse o nosso único problema. Entretanto, estranhamente, na gestão passada, com a participação do atual presidente, Agripino Botelho,  Antônio Carlos Gonçalves (o Tazinho),  Manoel Negino da Cruz, sob a presidência do ex-vereador,  Antônio Washinton de Oliveira, todos foram favoráveis à aprovação de uma Lei que resultou numa renúncia fiscal de mais de R$60.000.000,00 (sessenta milhões de reais) em favor da citada empresa.

Explicando:   naquela oportunidade, estava prevista a construção da segunda etapa da Suzano Papel e Celulose S/A. Não se sabe como, o prefeito Milton José Fonseca Borges mandou um projeto de Lei à Câmara de Vereadores que, também não se sabe como, o aprovaram sem questionar. O citado projeto de lei tratava da redução da alíquota do ISSQN - Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza -, tributo administrado exclusivamente pela Prefeitura Municipal, passando a alíquota que era e sempre foi de 5% para 2%, ou seja: um abatimento espetacular de 60% do citado imposto, beneficiando diretamente a Suzano, que deixou de recolher, pelos meus cálculos, aproximadamente R$60.000.000,00 (sessenta milhões de reais), em favor do nosso Município. É bom deixar devidamente esclarecido que Mucuri foi o único município do extremo sul a conceder este beneficio à Suzano.

          Exatamente, este é o montante de dinheiro que a nossa multimilionária Prefeitura (leia-se: o povo de Mucuri) deixou de arrecadar, receber, durante os anos de 2005 a 2008. Não se tem registro da existência de manifestação contrária à liberação e concessão deste benefício para a Suzano, por parte dos três vereadores reeleitos; todos concordaram e aprovaram tudo.   

          Somando-se este imposto, que não foi recebido pelo Município, a arrecadação de Mucuri, somente no período mencionado, certamente ultrapassaria o montante de R$300.000.000,00 (trezentos milhões de reais). Como se vê, fica bastante evidente e comprovado que dinheiro não é nosso grande problema, nunca foi e nunca será.

          É tanta grana, mas tanta, tanta mesmo, que mandamos mais da metade do nosso precioso ISSQN para os outros como se não precisássemos deles. O pior de tudo é que a Lei foi tão mal elaborada e mal intencionada, que, em momento algum, foi cobrado da empresa beneficiada qualquer contrapartida para o povo de Mucuri. Aliás, como já dissera em artigo anterior, o maior trabalho deles é controlar implacavelmente o entra-e-sai da dinheirama, ou melhor, nosso grande problema são eles, somente eles e mais ninguém.

          Eles queimam e rasgam nosso dinheiro, como se estivessem participando de uma orgia sexual, onde ninguém é de ninguém, todos com todos, melhor dizendo: um por todos e todos, eternamente por um, até que a morte os mande pra bem longe dos Quintos da Bahia.

          Desta forma, fica fácil identificar o ponto G deles, com tanta suruba financeira, o nosso povo, mais uma vez, vai assistindo a essa “devassidão” administrativa, um filme aterrorizante, feito com nosso dinheiro e com a complacência de todos.           Quando eles não podem gastar, eles simplesmente dão para os outros, como foi o caso da Suzano.

          É fácil, porém, não dá nem para imaginar a excitação galopante dos nossos nobres ao perceber e sentir a penetração de tanta grana em suas contas.

          Nossos leitores devem estar matutando: “Já pensou o que poderia ser feito com R$60.000.000,00 (sessenta milhões de reais) entregues de bandeja pelos nossos vereadores à Suzano”?

          É bom lembrar que sobre este dinheiro e esta renúncia fiscal eles nunca informaram ao povo de Mucuri, embora fossem obrigados.

          Entretanto, pensando bem, já imaginaram o que poderia ser feito com nossos R$4.500.000,00 (quatro milhões e meio de reais) consumidos inexplicavelmente pelos vereadores em apenas um ano, ou seja, 365 dias?

          Enquanto eles brincam de defender o meio ambiente deles, nosso dinheiro desaparece igual às florestas queimadas da nossa exuberante Amazônia. Amém!

João Paulo Oliveira Lima

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João Paulo esclarece sobre Orçamento Público

Orçamento é coisa séria.
Nem 10%, nem 80%, tampouco 100%,
tanto faz...

“O MAIS IMPORTANTE É A DEMONSTRAÇÃO DE RESPEITO, RESPONSABILIDADE, COMPROMISSO, COMPETÊNCIA E, PRINCIPALMENTE – E ACIMA DE TUDO – DE HONESTIDADE E CORAGEM PARA FISCALIZAR CADA CENTAVO APLICADO DO DINHEIRO DO POVO DE MUCURI, TANTO PELOS VEREADORES COMO PELO PREFEITO”

Enquanto os vereadores de Mucuri discutem, batem boca ou até mesmo negociam a aprovação do Orçamento de 2010, torna-se necessário realizar uma breve análise do que se passou em 2009.

Em 2008, foi aprovado o Orçamento para 2009 pela Câmara de Mucuri, sendo que dos atuais vereadores, pelo menos três participaram da votação naquela oportunidade: Agripino, Manoel Negino e Tazinho.

Conforme foi do conhecimento de todos, o Orçamento de 2009 foi aprovado, juntamente com idêntico requerimento do prefeito, o Paulinho de Tixa, cuja aprovação, naquela oportunidade, concedeu liberdade ao novo prefeito para remanejar as dotações orçamentárias em 100%, ou seja, gastar os recursos do povo de Mucuri do jeito dele, sem consultar a Câmara de Vereadores. Como se diz na gíria futebolística: “Vai que é sua, Tafarel!”.

Pois bem, ainda não temos os balancetes relativos ao exercício de 2009, com a demonstração dos gastos realizados pelo atual prefeito. Certamente, a partir de março de 2010, os relatórios estarão disponíveis na Câmara Municipal, para que todos os cidadãos que tiverem interesse possam analisar as peças contábeis e tirar suas conclusões sobre o que foi feito com aproximadamente 65 milhões de reais utilizados deliberadamente pelo senhor prefeito, conforme aprovado pelos vereadores na legislatura passada.

Entretanto, nada impede que os vereadores antecipem esta fiscalização, verificando mensalmente junto ao TCM/BA – Tribunal de Contas dos Municípios da Bahia, para onde e como foi aplicado todo dinheiro arrecadado até o momento, perto de 65 milhões de reais.

Entretanto, pelas informações que circulam e chegam ao meu conhecimento até o presente momento, acerca de alguns gastos realizados pela nova administração, o prefeito Pauinho de Tixa deverá ter muitas dores de cabeça com o TCM/BA. Procurarei, na condição de cidadão e de profissional da Contabilidade, esmiuçar tais contas e comprovar informações que tratam de gastos exagerados, exorbitantes e injustificáveis com locações de máquinas e veículos, publicidade e outros não menores. Preciso de dados concretos para uma análise mais profunda.

O assunto Orçamento Público é amplo e requer outras abordagens aqui neste espaço.

Em tempo (1): apenas para não desligar o holofote, vale lembrar que a voraz e glutona Câmara de Mucuri consumiu, em apenas 180 dias, R$ 2.638.000,00 – (dois milhões seiscentos e trinta e oito mil reais).
Não me canso de falar sobre esta aberração. Não dá pra ficar calado.
Posso afirmar-lhes, com todas as letras, que o atual presidente da Câmara de Mucuri, como acontece com outros por este Brasil afora, terá bastante dor de cabeça com o TCM/BA, bem como com a nossa Justiça.

Em tempo (2): evidentemente que o goleiro Tafarel, herói brasileiro do Tetra, merece todo nosso respeito e jamais se envolveu que este tipo de coisa. Apenas fiz um trocadilho para amenizar nossa indignação e tornar o assunto mais cômico do que parece. Mas é bom que saibam que não estamos aqui para brincadeiras. Amém!

João Paulo Oliveira Lima

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Contabilista volta a denunciar farra de dinheiro na Câmara de Mucuri
Graduado em Ciências Contábeis no Rio de Janeiro e morador de Itabatã desde o início dos anos 1990, João Paulo Oliveira Lima, que assina colunas informativas em jornais e sites de notícias da região, acaba de denunciar mais uma farra de dinheiro na Câmara de Mucuri. Segundo ele, o Poder Legislativo mucuriense gastou, em apenas seis meses, R$ 2.638,000,00, o equivalente a R$ 14.656,00 por dia.

Farra de dinheiro

Faça suas contas ou apenas confira as nossas:
Câmara de Mucuri gastou:
R$2.638.000,00 em apenas 180 dias
R$14.656,00 por dia
Ou, se preferir:
1 (um) carro zero quilômetro a cada dois dias.
A Câmara de Mucuri bate recordes de gastos em toda a sua história e a população continua sonhando, à espera de resultados e explicações de como e onde está sendo aplicado nosso dinheiro, que mais parece LIXO na mão deles.

Segundo registros anotados no balancete publicado em um site de Teixeira de Freitas, foram contabilizados como gastos pela Câmara Municipal de Mucuri, em apenas 6 (seis) meses, isso mesmo, em apenas 180 dias: R$ 2.638.000,00 (DOIS MILHÕES, SEISCENTOS E TRINTA E OITO REAIS), resumindo: R$14.656,00 (QUATORZE MIL SEISCENTOS E CINQUENTA E SEIS REAIS) por dia;

Ou ainda, para ser mais claro, foram gastos com cada vereador, em apenas 180 dias, a bagatela de R$ 293.111,11 (DUZENTOS E NOVENTA E TRÊS MIL CENTO E ONZE REAIS E ONZE CENTAVOS).

Matemática e números à parte, com tanto desperdício de dinheiro, o povo de Mucuri continua recebendo por parte de quem deveria fiscalizar nossas contas o mesmo tratamento e atenção dispensada aos Asnos.

Com representantes – guerreiro, professor, fazendeiros, ex-plantador de mamão, ex-capataz e ex-qualquer coisa –, a nossa (deles!) Câmara Municipal vai se tornando ou pretende se tornar, pelos menos em aparência arquitetônica, em uma das grandes maravilhas do universo.

Dinheiro não é problema, pois nunca falta e jamais faltará. O importante é mostrar para o mundo que, quando o povo é “manso e ordeiro”, como já dizia um velho conhecido da política local, não precisa fiscalizar coisa nenhuma, dá para se fazer de tudo e muito mais, sem que outros possam interferir ou fazer nada.

Falando em aparência arquitetônica, ano passado, foi construído um tal anexo, o primeiro de muitos que já estão sendo projetados, e conforme já disse anteriormente, vamos desbancar o TAJ MAHAL. Nossos faraós, imperadores, seja lá o que for, com absoluta certeza, serão abençoados nos Quintos da Bahia por este grande feito.

O tal anexo, construído na gestão passada, custou aproximadamente R$ 1.000.000,00 (um milhão de reais). Para ficar totalmente pronto, todo mobiliado e decorado do jeito deles, muita grana nossa vai sair pelo ralo da velha e conhecida corrupção “Mucuribana”.

“Gastamos uns cinquentinha e apresentamos uma faturinha de trezentinhos e tudo bem...”, é a palavra de ordem...

É bom lembrar que a construção de uma simples rampa (passarela), cujo custo real não passaria de 50 mil reais, custou para o povo de Mucuri, aproximadamente, 100 mil reais. É só conferir.

O mais impressionante é que até o momento o tal anexo não foi utilizado e pelo visto não tem serventia alguma, a não ser, e a julgar pelo dizer dos guabirus, a obra não passa de uma fachada para justificar os tais “INVESTIMENTOS”, feitos com nosso dinheiro, mas do “jeitinho e à maneira” deles. Amém!
João Paulo Oliveira Lima

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APAGÃO 2009:

Um curto-circuito na campanha eleitoral DIficiLMA de engolir do presidente Lula
Lula, a turma do PT e da base aliada de bajuladores, a partir de agora, terão que engolir e digerir, “a la Collor”, seus deboches e as suas provocações e mudar radicalmente seus discursos quando se referir diretamente aos desleixos e à incompetência de governos passados e revividos no presente, em todas as “collores”.
Sempre em tom de deboche e com certo grau de humilhação, o presidente autointitulado de Sir Robin Hood, Luiz Inácio Lula da Silva, toda vez que se refere aos seus “pouquíssimos feitos” – como se ele não fosse obrigado a fazer nada de nada e já deveria ter feito muitíssimo mais -, diz que “Nunca antes neste país, alguém fez tanto e tantas como EU estou fazendo”. Seria uma grande verdade não fosse o destino maligno que ronda o final de toda sua história política.
Com sua improvável sucessora à tiracolo, Lula vai de um lado para o outro e de cima para baixo, querendo vender gato por lebre em plena luz do dia. O pior de tudo é que ele pensa que vai enganar o povo com publicidade eleitoral antecipada e custeada com o nosso bolso, vendendo um produto de qualidade e de aceitação duvidosa, ou seja, bichano por candimba.
Disposto a fazer muito mais, como já demonstrou gostar de fazer até agora, Lula tem costurado inúmeras alianças bandidas, compondo-se com as mais altas patentes do crime organizado do Brasil, haja vista o seu casamento com Sarney, Collor, Barbalho e outros distintos malfeitores da administração publica e da história política emporcalhada do Brasil.
O Brasil cresce – econômica, cultural e tecnologicamente – porque o seu povo já nasceu predeterminado a isto. Infelizmente, o presidente Lula é mais real das provas deste prodígio e todo mundo sabe muito bem do que estou falando. O poder é extremamente insolente e caviloso, está acima da formação cristã, cultural ou social dos seus muitos pretendentes.
Verdadeiros estadistas como John Kenedy, Manhatma Ganhdi e Nelson Mandela, todos em seu tempo, foram consagrados mundialmente pelo conjunto da sua obra, e não apenas pelo fato de ter criado um simples programa assistencialista como o “Bolsa Família” ou “Bolsa Miséria”, seja lá o que for. A esmola ofertada pelo governo petista é aplaudida pelos paises mais ricos do nosso planeta, visto que descobrimos o verdadeiro antídoto contra a revolta dos menos favorecidos. Sendo assim, continuamos a manter um dos maiores contingentes de mão-de-obra barata a ser explorada, não só pelos mais poderosos, bem como por aqueles que querem se perpetuar no poder. Amém!
João Paulo Oliveira Lima

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Não demora, Lula vai invocar até o Capeta para se manter no poder
Congresso Nacional:
A MAIOR E MAIS PODEROSA ESCOLA DO CRIME ORGANIZADO DO PLANETA
Com cursos de Doutorado, Mestrado, Pós-Graduação, MBA e outras graduações e habilidades menos importantes, verdadeiras gangues de profissionais delinquentes se apoderaram das instituições legislativas do Brasil em suas três instâncias. E, a cada dia que passa, as ditas casas vão se transformando e consolidando nas maiores escolas do crime organizado de todo o planeta.
 

Tudo começa pelas câmaras municipais, passando pelas assembléias estaduais e chegando ao ápice da formação profissional no Congresso Nacional – a verdadeira universidade do crime institucionalizado. Comparando os diferentes níveis dos cargos públicos e das instituições com nosso sistema de ensino, teríamos as câmaras municipais com o nosso ensino básico que vai da 1ª a 8ª série; as câmaras estaduais equivalente ao ensino médio ou 2º grau, e o congresso nacional o 3º grau, ensino superior.
 

Senadores e Deputados Federais atuam livremente no palácio do crime sem qualquer constrangimento, alheios à justiça e a revelia da Lei. Até o presidente Lula embarcou na onda do palácio do crime, aliando-se à maioria dos imponentes delinquentes, segundo ele, para ter condições de governabilidade. Uma lástima!
 

Para os que estão chegando agora, o presidente Lula fez e faz exatamente o que sempre combateu durante toda a sua trajetória de vida política. Totalmente divorciado da ética, até Judas já foi invocado pela sua excelência. Lula e a turma do PT, partido que se prostituiu antes mesmo de completar maioridade – fato este muito banal e marca registrada do nosso País -, têm um conceito exclusivo de ética, um conceito único e só deles e de mais ninguém, muito semelhante com aquela nossa polícia que atira para matar e investigar somente depois.
 

A sua excelência está cego pelo poder, anda nervoso e louco para eleger a sua provável, porém impossível, sucessora. Melhor mesmo é deixar a sua alteza se acalmar, senão ele poderá invocar até Satanás para a tal governabilidade. Falta muito pouco, ou quase nada, vamos aguardar, tomara que não.
 

Voltando à escola do verdadeiro crime organizado, que rouba e ajuda os familiares e seus amigos a roubar nosso dinheiro, dia e noite sem parar, ininterruptamente. Podemos afirmar que a grande maioria dos nossos eleitores é culpada pela história e pelos crimes praticados na mansão dos que vivem a nos solapar. 

Lamentavelmente, os nossos constituintes já receberam o benefício antes mesmo do gatuno assumir a sua cadeira. Cestas básicas, botijão de gás e outras moedas excêntricas acabam se tornando em verdadeiros “trunfos” para a compra de votos do povo necessitado, despolitizado e mal acostumado.
 

Com tantos especialistas, criminosos no comando das nossas instituições, caminharemos a passos largos na consolidação de maior potência do planeta na prática do maquiavelismo e da corrupção institucionalizada.

João Paulo Oliveira Lima,

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João Paulo denuncia "mensalão” 
em Mucuri

Em sua coluna NOS QUINTOS DA BAHIA, o contabilista e professor, e perspicaz observador da política local, João Paulo Oliveira Lima, diz que há mais de 15 anos Mucuri “abençoa” a existência de uma espécie de “mensalão”. E informa que a Câmara de Vereadores deverá fechar o ano com um recebimento de nada menos que R$ 4,5 milhões.


“Mensalão” em Mucuri: arrocha aqui, assopra acolá e muito mais...

Na relação incestuosa entre Executivo e Legislativo, conforme exaustivamente registrada e do conhecimento de todos, acompanhamos ao vivo e em cores. Há mais de 15 anos, os fatos e a história comprovam a pratica do “mensalão” em Mucuri.
Quando a imprensa nacional e internacional noticiou o MENSALÃO, ou seja, a prática da relação promíscua entre o governo Lula e o Congresso Nacional, acerca da compra dos votos de parlamentares para aprovação das mazelas do governo federal, fato este também registrado no governo de FHC, pra ser mais justo e correto, o povo de Mucuri não achou nada engraçado.
É bom registrar que nos Quintos da Bahia, precisamente em Mucuri, esse negócio de MENSALÃO ou MENSALINHO, pode avocar da maneira que achar mais jeitosa, é marca registrada nossa. Embora a nossa ideia tenha sido quase que confiscada, foi copiada e utilizada abertamente por outros governos.
Entretanto, não abrimos mão da nossa paternidade, somos fortes, soberanos e especialistas na prática deste delito, queremos e exigimos nossos direitos autorais.
A Bahia tem uma mácula indelével no âmbito da corrupção através da ação de coronéis da política suja, centrada principalmente nos resultados de interesses excepcionalmente pessoais e familiares. Nesse ritmo, todo o seu interior foi se amoldando aos ensinamentos e às práticas do governo central, que tinha como lema “PARA OS INIMIGOS O RIGOR DA LEI, PARA OS AMIGOS AS BENESSES”, ou seja, no popular e aplicando ao nosso dia-a-dia, infelizmente, o rigor da Lei só é aplicável aos PRETOS, às PROSTITUTAS e aos POBRES.
Nessa baila, vereadores e prefeitos vão se alternando no poder, e como já frisei anteriormente, o progresso só é percebido pelo povo de Mucuri quando, repentinamente, um ou outro, prefeito e vereador aparecem nos noticiários locais e em capas de revistas posando de famosos, ricos e inteligentes – com nosso dinheiro, é obvio; ora comprando e vendendo bois, ou, simplesmente, donos de empresas que atuam especialmente na locação de bens ou prestando serviços para a Prefeitura e até para a própria Câmara.
O toma-lá-da-cá já é marca registrada nacional. Na dança de que é dando é que se recebe, vereadores e prefeitos corruptos entram e saem, conforme já registramos, nos anais da história real da política depravada de Mucuri e do Brasil.
O pior de tudo é que, ao invés de retornarem regenerados e com novos propósitos, acabam voltando como um remédio genérico qualquer daqueles fabricados e importados do velho Paraguai. Apesar de baratos, simples e aparentemente inofensivos, acabam se tornando muito mais caros, perigosos, prejudiciais e letais para os que confiaram e foram enganados.

Câmara de Mucuri: mais de R$ 4 milhões ao ano

Em Mucuri, como disse o nosso redator-chefe: "o sistema é bruto”.

Somente em 2009, mesmo com todos os problemas que afetaram o Brasil em razão da crise mundial, a Câmara de Mucuri deverá consumir (gastar) mais de 4,5 quatro e meio milhões de reais, ou seja, cada vereador custará, somente em 2009, a bagatela de R$ 375.000,00 (trezentos e setenta e cinco mil reais). Nesse compasso, ao final do mandato, cada um custará 1,5 um milhão e quinhentos mil reais. Um verdadeiro estupro.
O pior de tudo é que, não satisfeitos, a maioria dos vereadores ainda tem parentes e outros quase aparentados enfiados em todos os setores da Prefeitura, são os donos do pedaço. Com é bem peculiar, eles atuam como verdadeiros atores de filmes de 5ª categoria, ora disfarçados de patetas, ora disfarçados de lutadores de kung fu, principalmente falando sobre a atuação do atual prefeito, pensando que estão enganando o povo.
Em certas reuniões, eles tiram o dia pra falar mal, depois, do nada, noutro dia, em outra reunião, falam bem, ou seja: arrocha aqui e assopra acolá, arrocha acolá e assopra aqui, nunca se decidem. Impressionante!...
Nesse palco sem luz, os nossos atores trabalham de forma livre e descontraída na oposição do que é certo, para traficarem na mão do labiríntico.

UM MENSALINHO DE 5.000,00 PRA QUEM ADIVINHAR

O QUE É O QUE É?

Outro dia, um ex-prefeito apareceu do nada, andando pra cima e pra baixo, igualzinho barata cheia de Baygon. Sem querer querendo, fiquei sabendo que o mesmo estava desesperado à cata dos vereadores. Resultado: 5x3... Contra o dito cujo.

João Paulo Oliveira Lima

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Entra-e-sai de Milton e Moisés em 2007 e 2008 poderá ser melhor esclarecido com o afastameneto do desembargador “Lalau”, que faturava altíssimo com a venda de liminares
“A ÚNICA VITIMA DE FATO É O POVO DE MUCURI”

Com o afastamento do desembargador LALAU - Rubem Dário Peregrino Cunha -, que vendia LIMINARES em Salvador, através de ação impetrada pelo CNJ – Conselho Nacional de Justiça -, muito ainda deve ser apurado e explicado sobre as decisões do TJ/BA - Tribunal de Justiça do Estado da Bahia -, acerca do entra-e-sai de Milton José Fonseca Borges e Moisés Alves Matos, em 2007 e 2008.
Foram cinco abduções do ex-prefeito Milton José Fonseca Borges e quatro “reconduções através das famosas liminares”. Fato este que contribui de forma definitiva para que NOS QUINTOS DA BAHIA, especificamente em Mucuri, que passava por uma situação bastante privilegiada ao atingir o posto de uma das maiores arrecadações do Estado da Bahia, pudesse, também, concorrer pelo título inusitado de criar e conceber “o prefeito mais BUMERANG do nosso planeta”.
Embora, em tom de brincadeira e deboche, é assim que eu consigo passar para todo o universo o descaso dos governantes e da justiça para com os Quintos da Bahia e o seu povo. Na onda da fartura e do descolamento econômico cantado em todos os cantos pelo presidente Lula, pode-se afirmar que Mucuri, há muito tempo, já vem se constituindo em um verdadeiro “PRÉ-SAL” em termos de arrecadação e riqueza econômica. Infelizmente, com a participação de “autoridades” desta categoria, o povo de Mucuri é quem sofre as conseqüências, e o que é pior, ainda paga muito caro para não ter absolutamente nada.
O comercio da venda de ações do Desembargador Lalau era realizado pelo seu filho, o também advogado, Nizan Gomes Cunha Neto. Pelos valores apurados até agora, é fácil entender o porquê do sumiço astronômico e repentino dos recursos de Mucuri. Acredita-se que a montanha de dinheiro era repatriada para a sede do Estado de forma bastante generosa e há muito tempo.
Constatada a participação de ex-prefeitos de Mucuri, o que não será muito difícil, esperamos que se faça justiça com o nosso povo, colocando todos atrás das grades por um tempo bastante considerável, juntamente com o Desembargador LALAU.
Concluindo, a única vítima de fato é o povo de Mucuri, que além de perder seus recursos, infelizmente, ainda tem que ser matéria ruim em todos os noticiários, seja através da imprensa falada, escrita, televisada e pela internet em rede mundial. Sinistro e humilhante ao extremo.
João Paulo Oliveira Lima

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Vereadores novatos fazem a diferença e reprovam as CONTAS do ex-ocupante da cadeira de prefeito de Mucuri’, Milton Borges
Cumprindo fiel e corretamente - diga-se de passagem -, com suas atribuições institucionais, os novos vereadores, reforçados pelo vereador reeleito, Manoel Negino da Cruz, de forma firme, determinada e, devidamente antenados e afinadíssimos com o TCM/BA - Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia -, detonaram, de uma vez por todas, com as contas “bichentas” do ex-prefeito Milton José Fonseca Borges, relativas ao exercício de 2007.

Fato inusitado foi a atitude independente e respeitável da vereadora Gisele Gazzinelli, que se absteve, ou melhor dizendo, não foi nem contra nem a favor – muito pelo contrário –, acabou ajudando a massacrar seu velho e grande amigo, colega de partido e de administração pública em gestões passadas.

Apesar da tentativa desesperada do alcaide em querer explicar e justificar o inexplicável e o injustificável, “adevogando” (no linguajar do próprio) em causa própria, os vereadores Wilson Cabral, Tina Guerreira, Roberto professor, Marcinho da Divisa e Manoel Negino da Cruz não tomaram conhecimento e votaram incontinentemente contra a aprovação das contas do ex-prefeito.

Os argumentos do Sr. Milton José Fonseca Borges, ao defender a aprovação de suas contas foram tão acriançados, que as justificativas apresentadas poderiam, simplesmente, ser passíveis de ser ignoradas e rejeitadas por um júri popular de ponta de rua, composto por curumins de no máximo 10 anos de idade”.

Freguês incondicional dos relatórios do TCM/BA, Milton Borges vai se transformando numa espécie de “Talismã Nebuloso” das CONTAS PÚBLICAS dos QUINTOS DA BAHIA.

Arrogante, prepotente e incompetente ao extremo, o alcaide teve uma punição merecida. Não dá para entender como é que uma pessoa assume uma prefeitura pela segunda vez e consegue ser centenas de vezes pior que a primeira. É muita estupidez!

Infelizmente, em nosso país, este tipo de delito é penalizado de forma branda, prevalecendo-se em muitos casos, a “concessão” ilimitada de liminares, sendo, em alguns casos, decorrentes da interferência e da ajuda de políticos amigos influentes, quando se têm.

De qualquer maneira, o sr. Milton José Fonseca Borges e o vice sr. Moisés Alves Matos, que virou prefeito também em alguns momentos, responderão a dezenas de processos criminais pelo resto de suas vidas. Terão que comparecer com frequência a audiências judiciais, passando por interrogatórios vexatórios sobre as suas performances e traquinagens com as finanças do povo de Mucuri.

Em tempo: votaram a favor das contas “bichentas”: Agripino, Tazinho e Nicó.

Joao Paulo Oliveira Lima

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Mucuri é da nossa CONTA.
Logo, a CONTA é "nossa".
Na eleiçao do "pior dos piores" em matéria de ficha suja, Mucuri é 1º lugar
Presença obrigatória nos relatórios intermináveis do TCM/ BA – Tribunal de Contas dos Municípios do Estado da Bahia -, Mucuri vai se tornando uma espécie de FICHA SUJA caso houvesse concurso classificatório para eleição do “Pior dos Piores” dos municípios marcados por gestões fraudulentas.
Colaborando com tudo isso, a omissão e o comodismo da população vão se constituindo num sustentáculo para a manutenção e continuidade de tudo o que já aconteceu até o momento. Sendo assim, sem a participação maciça da comunidade, a população nunca obterá as melhorias e os benefícios compatíveis com o volume dos recursos financeiros recebidos pelo nosso Município.
Com inúmeras contas rejeitadas de administrações anteriores, tanto a Prefeitura como a Câmara são medalhistas das “olimpíadas do MAU”. Esta constatação é um indicador de que, comprovadamente, os recursos financeiros do nosso Município, perto de R$ 100.000.000,00 (cem milhões de reais) foram desviados nestes últimos 15 anos.
Quando não reprova as contas de Mucuri, o TCM/BA reprova impiedosamente a maioria de todos os fatos e atos da administração fraudulenta, notadamente, os do prefeito, alguns secretários, bem como do presidente da Câmara.
Até a gestão encerrada em 2008 foi assim. São extensos relatórios de inconformidades no trato e na aplicação dos recursos públicos. Com tanto embuste de papéis e contas que mais se assemelham a uma planilha de apuração do “Jogo do Bicho”, só poderia terminar com a rejeição das “nossas” CONTAS. Assim, de tanto dar mole, Mucuri vai se transformando na capital e no império dos Quintos da Bahia. Uma potência em fraudes e de mau uso do dinheiro público. É um “VALE TUDO” mesmo.
As sentenças judiciais condenatórias parecem não surtir os efeitos desejados, tampouco incomodar os malfeitores. Eles entram e saem quando bem entendem – uns saem por vontade própria, outros só saem na marra, depois retornam como se não existisse nada e, de fato, nada acontece. Incrível!
Os vereadores de Mucuri, que deveriam cumprir com as suas atribuições institucionais, como verificar e fiscalizar as contas do Executivo (prefeito), infelizmente, de tanto se postarem acachapados, acabaram se transformando em “coadjuvantes do MAU”.
A rigor, é uma instituição que jamais deveria existir, pois nunca foi capaz de cumprir com o seu papel. Pelo menos, e principalmente, em Mucuri, cujo custo atual para a população é de R$ 380.000,00 (trezentos e oitenta mil reais) por mês, ou, R$ 42.000,00 (quarenta e dois mil reais) com cada vereador, mensalmente.
Como está na Constituição Federal do Brasil, “Todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos ou diretamente”. Só não vale roubar.
João Paulo Oliveira Lima

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NF-e; Nota Fiscal Eletrônica
Um golpe fatal à sonegação de tributos

Como foi informado anteriormente, o governo investiu e está investindo pesado na modernização da máquina de arrecadar. Vários mecanismos já foram criados e incrementados para exterminar de uma vez por todas com a indesejada e maldita sonegação de tributos e seus muitos e infindáveis praticantes. Simultaneamente com a implantação do supercomputador (HAL) pela RFB, outras ferramentas já foram colocadas em prática para que o cerco à delinqüência fiscal se complete.
A NF-e, Nota Fiscal Eletrônica acaba de ter mais uma etapa de sua implantação concluída, a partir de 01 de setembro vários segmentos empresariais de atividades comerciais previamente selecionadas e dentro de uma programação meticulosa, passaram a ser obrigados a efetuar suas vendas e compras, obrigatoriamente, através deste novo documento fiscal.
A NF-e, consiste em um procedimento todo informatizado sobre controle total do fisco para a permissibilidade de sua emissão digitalizada e circulação pelo território nacional na forma de DANFE – DOCUMENTO AUXILIAR DE NOTA FISCAL ELETRÔNICA --, documento este, sem valor fiscal, servindo tão somente para acompanhar as mercadorias em trânsito, bem como facilitar a conferência das mercadorias pelo adquirente ao chegar ao seu destino, bem como checar as informações e a autenticidade da NF-e.
Empresas com problemas relacionados a pendências fiscais junto a RFB e as Secretarias Estaduais de Fazenda, dependendo da gravidade do problema arrumado, não poderão vender, tampouco comprar mercadorias, visto que não há possibilidades da emissão da NF-e, tanto o vendedor como o comprador ficam impedidos de comercializar.
Sem sombra de dúvidas, o Brasil, através da RFB, vai se tornando uma potência no âmbito da administração tributária. É, seguramente, um dos mais avançados do planeta. Podemos afirmar que a sua confiabilidade e eficácia é digna de países do Primeiro Mundo.
Outras obrigações acessórias já foram implantadas em conjunto com a NF-e, trata-se da escrituração contábil digital obrigatória para um grupo seleto de empresas. Resumindo, é um verdadeiro Big Brother Fiscal.
Com a edição da NF-e, o fisco passa a ter informações privilegiadas sobre as transações comerciais e em tempo real. Para melhor ilustrar, é bom destacar que mesmo antes do comprador receber as mercadorias, o fisco, além das informações necessárias sobre os interessados, tem detalhes de toda a operação comercial que está sendo realizada. Incrível!
Em tempo, a NF-e só e acessível eletronicamente, ela não existe no papel, é totalmente digital. Emiti-la é um desperdício de papel, tempo e dinheiro.

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“HAL”: Você já está na REDE, você é um BROTHER.
A RFB – Receita Federal do Brasil já possui a mais alta tecnologia do mundo para a caça de sonegadores de tributos. Desde maio de 2009, em algum lugar secreto e muitíssimo protegido, foi instalada uma máquina capaz de receber milhões de informações em um curto espaço de tempo. Trata-se simplesmente de um supercomputador com sistemas e softwares avançados e de alta tecnologia, capaz de detectar informações sobre fraudes praticadas por sonegadores em todos os quadrantes do Brasil e em tempo real.
Segundo informações obtidas, só existem apenas mais dois computadores no mundo capazes de executar as tarefas do similar brasileiro. O nosso sistema é capaz de receber e processar informações de contas bancárias 48 horas após qualquer movimentação efetuada, enquanto o sistema alemão, que é superior ao francês, leva 60 dias para executar as mesmas tarefas.
Portanto, se você andou fazendo alguma traquinagem com suas finanças é bom ficar esperto, não tem mais como voltar atrás, toda a sua movimentação financeira dos últimos 5 anos já está devidamente contabilizada na memória do HAL. Se você tem dúvidas quanto à lisura de suas aplicações e operações financeiras, é bom tratar de arranjar um bom advogado.
O próximo passo da RFB será o cruzamento de todos os CPFs e CNPJs suspeitos com suas respectivas contas bancárias, declarações de Imposto de Renda, cartórios de imóveis, Detran, assim como os registros e declarações fiscais junto as Secretarias Estaduais e Municipais de Fazenda e outros órgãos e instituições correlatas, para que o software instalado no supercomputador possa executar a principal tarefa, que é a de auditar as informações recebidas e determinar em quais situações houve fraude contra o erário nacional.
Constatado o ilícito fiscal, notificações e intimações serão endereçadas aos suspeitos para que prestem esclarecimentos a RFB.
Já ia me esquecendo, HAL em inglês é Hardware Abstract Layer, que, traduzindo para o português, é a Camada de Abstração de Hardware, resumindo: INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL.

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500 milhões de reais e muito mais
Município concebido nos Quintos da Bahia, Mucuri é uma espécie de Dubai ao inverso. Apesar de multimilionária, ou melhor, arquimilionária, sua população é privada de quase tudo ao aferirmos a qualidade e quantidade dos serviços públicos oferecidos e até inexistentes, se comparados aos custos exorbitantes contratados e pagos pela Prefeitura e, inexplicavelmente, pela Câmara Municipal.
Os representantes “legítimos” do povo de Mucuri, conhecidos vulgarmente como “VEREADORES”, se tornaram reféns da partilha milionária dos recursos que chegam todos os dias nas contas bancárias quase que intransitáveis do Município. As dificuldades e o congestionamento financeiro só ocorrem e acontecem quando o gestor se dá conta de administrar a fartura e o incomparável volume do entra-e-sai da grana arrecadada pelo “município”. Trata-se de um verdadeiro e espetacular engarrafamento de cheques, saques, ordens de pagamento, transferências, depósitos, recebimentos e outras tantas “operações financeiras”.
A Câmara de Mucuri já recebeu, até o encerramento desta edição, de janeiro a agosto de 2009, aproximadamente, a importância de R$ 3.200.000,00 (TRÊS MILHÕES E DUZENTOS MIL REAIS).
Mucuri não tem petróleo, mas tem uma arrecadação de dar inveja a todos os municípios localizados nos Quintos da Bahia. A indústria de celulose trouxe progresso, transformou a economia da região e do estado, uma verdadeira revolução histórica e titânica, digna de uma película a ser dirigida por Spielberg, preferencialmente.
Contrapondo-se ao desenvolvimento econômico, a administração pública (leia-se: o povo de Mucuri) tem passado por golpes financeiros, deixando-a a conhecer o progresso somente quando se dá conta que tal político virou fazendeiro ou um grande empresário. Aliás, ainda não caiu a ficha o porquê de tanto ódio da Suzano Papel e Celulose S/A.
Durante a primeira e a segunda sessão da Câmara Municipal, o atual presidente, juntamente com outros colegas, ocupou o seu precioso tempo no grande expediente para atacar ferozmente a citada empresa, que tem como culpa – aí eu afirmo com todas as letras – ser a principal fonte e patrocinar indiretamente a farra com nosso dinheiro naquela casa.
Não existe outro indicador ou registro que possa ser percebido pela comunidade, ou por quem quer que seja, sobre os efeitos resultantes da aplicação de toda a grana arrecadada nos últimos 15 anos pela “nossa” prefeitura, algo superior a 500 milhões de reais.
Os nossos representantes na Câmara Municipal ainda não ofereceram, até hoje, qualquer proposta séria, tampouco, manifestaram qualquer movimento em cumprir com suas atribuições institucionais. Com tanto dinheiro para administrar e uma folha de pagamento caritativa de nobres assessores para controlar, certamente não sobra tempo para fiscalizar absolutamente nada.
Sobre Dubai, além da megadiferença e o respeito no trato com o dinheiro e a coisa pública, ladrões e corruptos são condenados de maneira sumária, com aplicação de castigos que vão desde a decapitação de mãos e braços até o fuzilamento, acreditem! Já pensou se importássemos está norma?

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